AGAMENON #39

Dizem que, das coisas menos importantes da vida, o futebol é a mais importante. Pois bem, este é um programa dedicado justamente a todas essas outras coisas. As menos e as mais importantes. O Agamenon é uma revista semanal em formato de Podcast. E, na abertura da temporada, a relação da sociedade com a tecnologia é analisada sobre dois prismas: A dependência do smartphone e o romantismo com os videogames do passado. Um podcast sobre diversão e vícios. Sobre passado e futuro. Ouça agora ou quando quiser.

  • Guilherme Batista

    Sobre esse assunto de celulares e etc, tem uma música sensacional do Ratos de Porão. “Viciado Digital”. Crítica dura ao ônus que é o avanço da tecnologia e as inúmeras redes sociais que se tornaram parte do nosso cotidiano.

  • Diego

    Vou repassar essa informação aqui, porque a dúvida que Cássio levantou no Podcast sobre o significado do “M” no nome de “M. Bison” é de grande relevância para o Agamenon sobre video-games, que inclusive tratou de Street Fighter. hahahaha

    Originalmente esse personagem (o chefão que vive na Tailândia) tinha o nome “Vega”, na versão japonesa do jogo. Quem se chamava ‘M. Bison’ era o boxeador, que era claramente inspirado em MikeTison (M. Tison). Quando o jogo ia ser lançado nos EUA, a Capcom ficou com medo de ter problemas jurídicos pelo uso sem autorização das referências à imagem e ao nome de Tison, aí resolveram dar uma disfarçada fazendo uma dança das cadeiras no nome de alguns personagens. O personagem espanhol que luta com a máscara era o original Balrog e herdou o nome “Vega” para
    o lançamento do jogo nos EUA. O “boss”, que se chamava Vega, ficou com o nome “M. Bison”. E o boxeador, que já parecia um pouco fisicamente com Mike Tison, deixaria de se chamar M. Bison, o que evitava um processo pelo direito de imagem, e ficou com o nome de Balrog.

    Enfim… o ‘M’ do “M. Bison” vem dessa inspiração original do personagem: Mike Tison.

  • Cleyton Fernandes

    Eu mesmo sou viciado em Podcast 45 Minutos, ansiedade da desgraça, não sossego enquanto não tem conteúdo novo, detalhe, tudo por celular.

  • Matheus Chaves

    Sobre o que Rafa abordou quanto a dificuldade no Madden, eu assino embaixo e trago um outro ponto. Jogo madden18, fifa18 e NBA2k18, eles precisam começar a arranjar uma forma de varias o estilo de jogo do máquina, variando o estilo de jogo adotado pela CPU. Isso traria uma “realidade” legal pra diversas ferramentas que têm dentro dos próprios títulos e agregariam valor ao título. NBA e FIFa, principalmente, são muito mecânicos e uniformes na maneira de jogar. Você enfrenta times completamente diferentes, com características de jogo distintas e eles jogam da mesma forma contra você. Fica chato. É isso. Abs

  • Rodrigo Ribeiro

    Sobre games, hoje jogo FIFA, não em consoles mas no pc… Não há nada de extraordinário nos jogos, não sei porque mas falta uma emoção, que eu sentia quando jogava FIFA99 no PS1 (apesar de ter 23 anos, vim jogar o FIFA99 praticamente em 2004 KKKKKK) ou quando eu jogava o Winning Eleven e suas variações como o Pernambucano, que era sensacional (eu tinha o cd do campeonato pernambucano de 2006), inclusive tenho o meu PS1 na versão compacta até hoje.
    Sobre o assunto da necessidade do celular, diariamente me questiono sobre a real necessidade do telefone. É bem o que João falou, hoje, não consigo passar um minuto sem fazer algo. O que vejo é que estamos na era da velocidade da informação, que cada vez chega mais rápido e em maior quantidade, mas não temos tido tempo para absorver essa informação da melhor maneira. Lemos cada vez mais matérias e textos, mas absorvemos cada vez menos delas. É bem como o MC MARECHAL, rapper, canta na música ‘Vamos voltar a realidade’:
    “Sempre tem um momento reflexivo na vida
    A rapidez da informação as vezes faz
    A resolução e a reflexão ficar mais lenta
    ‘Vamo’ tentar pegar a rapidez da informação mas com tempo de reflexão sobre que informação eles tao jogando pra voces
    Momento de reflexão é tao importante quanto de aprendizado”