AGAMENON #13

Depois de um longo inverno, digno de Westeros, o Agamenon está de volta para tentar entender o universo geek – a partir dos dois grandes eventos sediados no Recife em abril: A final da 1ª etapa do Campeonato Brasileiro de League Of Legends e a Comic Con Experience Tour, que levou 54 mil pessoas ao evento. A pauta do programa passa pelos conflitos de gerações, aprofunda o fenômeno do e-sports e sua inserção no mercado esportivo (incluindo o espaço nos canais segmentados de TV), debate a essência da CCXP e a revolução do conceito nerd. Eles venceram? Nos tornamos todos um pouco nerds? Ouça agora ou quando quiser.

  • Ivan Malheiros

    Muito bom o programa, principalmente por ter alguém que se acha alheio a esse mundo. Abaixo, alguns comentários/complementos:

    Acho que o meu principal receio de incluir os e-sports em competições como olimpíadas é por se tratarem de propriedade intelectual, ou seja, pertencem a alguém, diferente dos ‘esportes tradicionais’, que tem apenas ‘organizadores’. Por exemplo, se a empresa detentora do jogo quiser fazer uma mudança, ela pode fazer a qualquer momento, sem precisar passar pela ‘comunidade’, ou mesmo se ela quiser descontinuar o jogo, etc.

    Didi não só cabe como já esteve em uma CCXP; Sobre as atrações, pelo que acompanho, existem dois tipos de atrações: as que atrações por si só (como Cássio falou, a atriz de De Volta pro Futuro, o cara de Big Bang Theory e as atrações que são ‘dos realizadores’ como Lázaro Ramos (indo por Mister Brau, da Globo), o filmo do Bozo.

    Quanto a cobrança para tirar foto, talvez seja mais comum que a gente imagina. Em Salvador mesmo, as baianas tradicionais cobram pra tirar foto. Talvez o valor que seja um pouco exagerado (minha opinião).

  • Paulo Mateus

    No momento que Fred falou sobre comprar objetos ingame com dinheiro real, estava eu olhando skins de armas pra comprar no csgo…

  • Gabriel Lobo

    Momento curiosidade. Autorama já esta se fundindo com videogame , tirem as crianças da sala e vejam este video https://www.youtube.com/watch?v=79lZ1LKDV4A

  • Sergio

    A comparação de Cássio foi melhor porque o jogador de Lol pode até jogar um jogo parecido por diversão, mas dificilmente ele vai conseguir se dedicar tanto a esse jogo a ponto de também competir nesse, como alguns ginastas conseguem, já que existem provas em que o mesmo atleta faz os 4 aparelhos. Pra jogar profissionalmente, ele teria que se dedicar umas 8~10h a um jogo, não dá pra ele se dedicar a 10h em Lol e a 10h em Dota, mesmo sendo jogos bem parecido, por exemplo.

    Sobre apostas, que Fred fala, é um ramo muito forte em alguns jogos. Ano passado, a Valve, empresa dona do CS:GO fechou 23 sites de apostas que utilizavam as skins que as pessoas compravam no jogo como a aposta, ou seja, o pai comprava a skin pro filho sem saber que ele apostaria ela, e se perdesse provavelmente pediria de novo.

  • Everton Pessoa

    FIFA PRO CLUBS da vida… você pode ter seu time completo entre colegas