PODCAST #393

A nova edição do Podcast analisa os temas de maior impacto na semana dos grandes clubes do Nordeste. E, claro, a saída de Diego Souza do Sport abre o programa com amplo debate em torno da negociação com o São Paulo, os valores envolvidos e o ranking das maiores vendas da história do futebol da região. A dimensão histórica de Diego no clube rubro-negro também é discutida. No Bahia, o balão na contratação de Mena – o aumento da rivalidade regional com o Sport – e a avaliação se o lateral realmente vale o investimento. No Vitória, a saída de Kieza e a lesão de Cleiton Xavier estão entre os temas analisados. No Santa, foco no primeiro time armado por Júnior Rocha, as possíveis mudanças e a expectativa pela entrada do meia Arthur. No Ceará, o debate gira em torno do real potencial do elenco formado e na capacidade de chegar a uma folha de R$ 2 milhões. Para encerrar o programa, as mudanças estruturais que Rogério Ceni tem comandado no Fortaleza. Em breve, detalharemos o tempo de cada clube. Ouça agora ou quando quiser.

  • Diego

    Vou tirar a dúvida de Cássio a respeito do ‘M’ do nome “M. Bison”:

    Originalmente esse personagem (o chefão que vive na Tailândia) tinha o nome “Vega”, na versão japonesa do jogo. Quem se chamava
    ‘M. Bison’ era o boxeador, que era claramente inspirado em MikeTison (M. Tison). Quando o jogo ia ser lançado nos EUA, a Capcom ficou com medo de ter problemas jurídicos pelo uso sem autorização das referências à imagem e ao nome de Tison, aí resolveram dar uma disfarçada fazendo uma dança das cadeiras no nome de alguns personagens. O personagem espanhol que luta com a máscara era o original Balrog e herdou o nome “Vega” para o lançamento do jogo nos EUA. O “boss”, que se chamava Vega, ficou com o nome “M. Bison”. E o boxeador, que já parecia um pouco fisicamente com Mike Tison, deixaria de se chamar M. Bison, o que evitava um processo pelo direito de imagem, e ficou com o nome de Balrog.

    Enfim… o ‘M’ do “M. Bison” vem dessa inspiração original do personagem: Mike Tison.

    Isso não é lenda. Essa história é até bem documentada nos sites especializados em games.

    • Wagner Soares

      Porra, que história foda, eu não sabia disso kkkkkkkkkk

  • Cleyton Fernandes

    ANÁLISE PERFEITA sobre Diego Souza!

  • Erich Rapold

    Régis não era reserva de Zé rafael, Régis era reserva de allione. Régis joga no bahia como meia ofensivo centralizado

  • Mario Ribeiro

    Sou torcedor do Ceará Sporting Club e sempre acompanho vocês. Parabéns pelo trabalho!

  • Jp Praciano

    muito legal o programa. Eu não conhecia e gostei muito. Gostaria de mais espaço ao Ceará nas discussões.

  • Arthur Aguiar

    Sou torcedor do Ceará e me tornei ouvinte desde o podcast sobre as cotas televisivas. Bom, apesar de achar louvável a iniciativa de trazer tantas informações sobre os clubes nordestinos, algumas pontuações devem ser feitas.

    Podcast passado vcs compraram a situação de Náutico/Santa e Ceará no que se refere as cotas televisas. Claro que vocês foram bem claros quando pontuaram a administração dos clubes, mas sinceramente as situações são bem incongruentes.

    Ceará vem construindo esse acesso para Série A há anos, não sendo feito do acaso como foi em 2009. Ceará é um clube muito, mas muito mais organizado financeiramente do que Santa e Náutico, o que por si só faz uma diferença na hora de montar elenco. A exemplo do Santa, o mesmo teve até suas cotas televisas congeladas pela justiça do trabalho. Ceará é um clube que conseguiu zerar as dívidas trabalhistas, por exemplo.

    Tratando das contratações, Ceará sempre contrata entre 3 a 5 peças para o Brasileirão, sempre. Isso é fruto do quão deficitário o campeonato cearense é. O Ceará literalmente tem um déficit no primeiro trimestre por isso, consegue ter mais prejuízo do que lucro, então definitivamente esse não é o time pra Série A. O próprio Chamusca pediu para a diretoria segurar as contratações para ter orçamento para contratar com a Série A já sabendo quem vai ajudar e quem não vai no atual elenco.

    Elton e Lima, por exemplo, vieram só para a Série B em 2017.

    Quanto ao Felipe Azevedo, a visão é um pouquinho parcial em vista da passagem dele no Sport não ter sido das melhores. No Ceará, em 2011, chegou a utilizar o Felipe Azevedo até como lateral, foi um jogador muito versátil. Fez muitos gols e chegou a ser artilheiro do estadual em 2012, por isso saiu do clube.

    Em 2016, pela Ponte, o Felipe Azevedo foi um dos artilheiros do clube, considerando Paulistão e Série A. Já em 2017, na Tailândia, vcs citaram mesmo que ele fez quase 30 gols.

    Enfim, se quiserem mais informações do Ceará, contém com a própria torcida do Ceará.

    Mais um ótimo podcast, parabéns pelo trabalho bem feito. Continuem trazendo informações do Ceará que continuarei como ouvinte.

    • Arthur Aguiar

      Outra coisa é que os jogadores têm salários diferenciados no Ceará.

      Recebem x no cearense e no brasileiro recebem x+1.

  • Juvenal Antena

    Concordo com todos os pontos levantados sobre Diego Souza, exceto o de que a mesa dos ídolos só tem dois lugares. De fato, analisar idolatria no Sport sempre foi difícil: os melhores jogadores tecnicamente falando nunca conquistaram grandes títulos. Os times campeões nacionais são mais conhecidos pela raça em campo (cito dois atletas de cada time que exemplificam perfeitamente isso: Macaé e Daniel Paulista) do que pela plasticidade do futebol. E é nessa mesa (e que mesa!) que Diego senta, ao lado de Ademir, Vavá, Raúl Betancourt, entre outros. Existe uma outra mesa, igualmente relevante, que é a dos campeões nacionais, que merecem destaque por terem mudado o patamar do Sport em definitivo e incontestável.

    Mas aquela mesa dourada, dos ídolos sagrados, tem mais dois lugares além de Durval e Magrão. Traçaia representa toda uma geração brilhante do Sport nos anos 50 (que certamente teria tido louros maiores caso existissem nacionais na época), é o maior artilheiro da história do clube e para os mais antigos, sinônimo de Sport Club do Recife. E Leonardo, além dos estaduais e do regional, é um jogador símbolo do clube, representando um dos melhores times de sua história. Apesar de Magrão sentar na cabeceira dessa mesa, como ídolo supremo, esses quatro sem muita dificuldade ocupam o panteão sagrado dos ídolos máximos do Sport. E é nessa que Diego não chega.

  • Michel santana

    No podcast não aparece esses programas do site, apenas falando do sport.