TELECAST #335 – CONTRATAÇÃO DE NELSINHO BAPTISTA

Cassio Zirpoli, Fred Figueiroa e João de Andrade Neto analisam a contratação de Nelsinho Baptista para comandar o Sport em 2018.  Ouça agora ou quando quiser!

  • Cleyton Fernandes

    Missão complicada dessa diretoria do Sport, reconheço os erros gritantes esse ano, porém, tudo que a diretoria faz não agrada. Se fosse um treinador de nova geração, tipo Valentim, teria queixa, outro medalhão teria queixa, permanecer com Daniel teria queixa, a diretoria trás Nelsinho e não agrada, diz que é para blindar a diretoria, se trouxessem Guardiola teria queixa. Será que tudo que essa diretoria faz não tem mérito nenhum? Difícil, viu!

  • Marko Denis

    Eu posso dizer que tive o mesmo pé atrás sobre a volta de Nelsinho, mais sobre a possibilidade do trabalho dar errado e acabar manchando uma bela imagem construída, do que por ter passado mtos anos fora do futebol brasileiro.
    Sei que a questão de estar imerso e nao estar imerso dentro de uma realidade (futebol),influencia, mas nao a ponto de ser considerado um problema. Exemplos de jogadores que vêm de fora após longas temporadas e fazem com que o trabalho e dedicação façam a readaptação ser mais rápida, mostra que trabalho é a palavra chave. Assim como técnicos estrangeiros que foram contratados por equipes brasileiras( deixa claro que diferente de Nelsinho, os estrangeiros nao tiveram vivenvia anterior no Brasil) .
    A diretoria pode sim se utilizar de escudos. Mas dentro dos escudos ja utilizados por ela, esse parece ser ao menos funcional. Técnico com identificaçao, resultados no clube e abraçado pelo torcedor.
    Se o momento é de apostar acho que seria esse, após 2 anos de quase queda. Um novo nome poderia ser bom, mas desde q nao fosse aposta 50%/50%, pois nas apostas se assumem riscos de dar certo e errado, se fica com aquela que mais pode dar retorno ou que tenha pelo menos mais chances disso.
    Nao vejo como um problema do Japao ter umbestilo de jogo diferente, tendo pela base que isso serve pra agragar conhecimento ao invés de defasar.
    Sim, estou com o pé atras com Nelson, mas se fosse pra apostar minhas fichas, seria nele e nao no seu filho, paulo autuori, ou qlqr outro que a diretoria pudesse escolher.